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Estudantes e professores da rede pública de ensino de Vila Velha participaram de uma ação educativa, com limpeza de manguezal e apresentação da contação de história “O mágico manguezal”, no Parque Natural da Manteigueira, localizado no município, nesta segunda-feira, 26, data em que se comemorou o Dia Mundial de Proteção aos Manguezais.

Os estudantes da escola Ana Bernardes Rocha, de Argolas, coletaram cerca de 300kg de resíduos da margem seca do mangue e instalaram placas educativas na região. Já os alunos do colégio Professor Antônio Lorenzutti, da Vila Batista, participaram de uma contação de história, onde conheceram os motivos para preservar o ecossistema, tais como: proteção da costa, berçário da vida marinha, combate ao aquecimento global e subsistência das populações ribeirinhas que vivem do pescado.

Ambas as escolas integram comunidades vizinhas do Porto de Vitória, sendo a atividade uma ação entre CODESA e Secretarias de Meio Ambiente e de Educação do município. “Esses colégios margeiam o ecossistema e, por isso, os estudantes, em sua maioria moradores dessas regiões, precisam receber alguma orientação para cuidar da natureza que está ao seu redor”, afirma a coordenadora de Educação Ambiental, Manuela Bernardes Batista.

Dia Mundial

O manguezal é definido como um ecossistema costeiro, de transição entre os ambientes terrestre e marinho, característico de regiões tropicais e subtropicais. O ambiente é sujeito ao regime das marés, sendo um berçário natural para várias espécies marinhas, onde crustáceos, peixes e moluscos se reproduzem e se alimentam.

O Dia Mundial de Proteção foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU). Nesta data, atividades são realizadas para a reflexão sobre os impactos provocados pela ação humana a este ecossistema, e debate sobre as medidas que podem ser adotadas para a sua preservação.

Morro da Manteigueira

O parque está situado no bairro Glória, em Vila Velha. Criado a partir da Lei Municipal nº 4105/2003, possui extensa área de 168 hectares que abriga um importante fragmento de Mata Atlântica e de seus ecossistemas associados como brejos e o manguezal na foz do Rio Aribiri. A diversidade natural existente no local potencializa ainda mais a valorização do Parque como um instrumento do processo formativo de alunos, cidadãos ou visitantes que frequentam o espaço.

 

Com a colaboração de Rayanne Matiazzi, jornalista da Environlink

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