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A Unidade de Saúde Dona Branca, no bairro São Torquato, em Vila Velha, começa a se tornar realidade. A pedra fundamental foi lançada nesta quinta-feira (14), com as presenças das filhas da homenageada, o prefeito Max Filho, o presidente da CODESA, Julio Castiglioni, os diretores Jean Duque e João Cunhalima, dentre outras autoridades municipais. A unidade está sendo construída numa área de 835,12m², por cessão não onerosa, pela Companhia à prefeitura.

As filhas de Dona Branca, Néa Maria Calheiros e Rita de Assis, ficaram muito emocionadas durante o evento. A mãe era moradora antiga do bairro e parteira. “Toda uma geração de moradores da comunidade e bairros vizinhos nasceu pelas mãos de minha mãe”, lembrou Néa. Com o passar dos anos, a parteira conseguiu abrir uma maternidade, conhecida como Hospital Dona Branca, que funcionou de 1958 a 2005. Ela faleceu em 2002, mas a obra social continuou funcionando mais alguns anos, graças ao trabalho do então braço direito na administração da unidade, Edilson Bibiana, o Pinduca.

Estrutura

A cessão do terreno foi pedida pela Prefeitura à CODESA, que atuou fortemente para o atendimento ao pleito, por considerar a importância do papel social do Porto junto à comunidade vizinha. Tão logo foi autorizada a cessão não onerosa, o município deu início ao projeto e, agora, já prossegue com a obra. A Unidade de Saúde custará R$ 2,6 milhões e a conclusão está prevista para o próximo ano. Os recursos são do Ministério da Saúde.

A Unidade contará com quatro consultórios clínicos; dois consultórios ginecológicos; três consultórios odontológicos; sala de imunização; sala de curativos; posto de enfermagem; sala de esterilização (classe 1); sala de espera de paciente e acompanhantes; farmácia; três sanitários individuais, sendo um exclusivo para pacientes ostomizados; auditório; almoxarifado; copa e sala de agentes, dentre outras dependências.

Parceria

A cerimônia de lançamento da pedra fundamental foi acompanhada por moradores, os secretários municipais de Obras e de Saúde, Luiz Otávio e Jarbas Ribeiro de Assis, respectivamente; a vereadora e representante da comunidade, Patrícia Crizanto, e outras lideranças da região. Simbolicamente, cópias de todos os atos, reportagens, fotos, documentos, projetos, atas e contratos relativos ao assunto, além da lista de presenças e cartões de visitas dos participantes, foram colocados num recipiente plástico lacrado e depositado num espaço subterrâneo, onde ficará guardada a memória da luta pela conquista da Unidade.

Coordenação de Comunicação da CODESA

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